As
favelas costumam ser visadas indubitavelmente pelos seus diversos problemas, no
entanto porque não se costuma visar a sustentabilidade ambiental presente
nelas? Uma vez que a proteção ao meio ambiente assegurando o desenvolvido é
algo que tem surpreendido nestes locais.
Todos
os cidadãos devem ter aceso aos direitos humanos, mas muito não tem consciência
disso. E não seria através da educação ambiental recebida desde da infância que
formar-se-ia indivíduos responsáveis e reformaria pensamentos retrógrados? Além
de ser um grande avanço nos riscos de desabamentos, prevenção de doenças,
saneamento básico e infraestrutura?
Por
outro lado, é relevante ressaltar a superação dos moradores em ralação a
situação humilhante enfrentada no cotidiano nas periferias brasileiras, no qual
utilizam a reciclagem como forma de sustento, ademais aplicam de forma
frequente as bicicletas como meio de transporte, que além de ser um veículo
limpo é vital a saúde e ao meio ambiente. E conseguem todas estas façanhas
driblando as poucas caçambas presentes nas ruas e a poluição crescente.
Todavia,
para que isso consiga progredir e perpetuar é preciso que as crianças possam
ter contato durante toda a sua infância com a natureza como a criação e cultivo
de plantações orgânicas, gerando uma alimentação saudável e acima de tudo com
menos desperdícios de alimentos. Fazendo com que desta forma criem uma
consciência de preservação, passando assim todo o conhecimento adquirido de
geração em geração, colocando sempre em pauta a seguinte pergunta: ” é melhor
preservar ao invés de destruir”?
Adquirir
conquistas positivas a sociedade é algo sempre almejado por todos, isto é, um
lugar organizado e agradável. E para isso é fundamental sensibilizar através da
educação e do conhecimento, como por exemplo através das criações de projetos
sociais. Contudo quem seriam os responsáveis por tal conquista, os moradores ou
o Governo? Não seria melhor a união para atrair e despertar o olhar de todos
para um mundo verde?

Autora: Isabella Illana Ferreira Lopes.
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